No começo dos tempos tudo era poeira.
(alguém espirra)
Um tal do átomo. As coisas e nós. Porque a gente também era poeira no espaço. A gente era poeira de estrelas. Poeira das galáxias no infinito. A gente era poeira de cometa, e das coisas que existem láaaa longe. Depois nos tornamos constelações, várias estrelas juntas. Essas poeiras, átomos, do início dos tempos mudaram, pois tudo muda o tempo todo. Mas ainda são os mesmos átomos do início dos tempos, que se unem, formam uma coisa, morrem, aí desmancha,
(falando com os átomos)
- Separa aí, mermão!
Aí se juntam noutra coisa de novo. E assim as coisas nascem e morrem… Por isso eu acho que somos o que quisermos ser.
(encontrando as coisas do espaço)
Peixe na água, passarinho que bebe a água do peixe, árvore que é a casa do passarinho, fruto saboroso e gosmento da árvore, somos uma pelanca da vovó bruxa... Enfim, o que eu apenas estou tentando dizer para vocês é: um átomo que um dia esteve no rabo de um dinossauro, hoje pode estar no músculo do seu coração.
(um coração bate)
Separa! Separa! Separanauê, paranauê paraná, paranauê, paranauê paraná
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